terça-feira, 30 de março de 2010

De Volta

As FR estão de volta!!!!!!!!!!!
Depois de meses sem se falarem conseguiram fazer as passes e agora estão com a melhor musica de sempre.
Daqui a pouco tempo as FR estarão com o seu próprio disco e também serão estrelas!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Rádio Lusitana

Agora temos a rádio lusitana no sait.
Depois de muitas cartas a pedirem-nos para por-mos uma rádio agora já temos.
Espero que dances bem porque temos musicas para dançares o dia inteiro

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Ajuda um cão abandonado


Olá a todos de novo bem temos uma coisa para vos dizer e que devem dizer a toda a gente que poderem.

Muitos animais ficam abandonados e muitas vezes mortos por causa da fome, sede ,atropelamento, mau alimento ,não terem vacinas etc.

Estes animais são abandonados por causa que cresceram ,estragaram uma colcha fizeram prendas ou mesmo porque não são permitidos nos hotéis onde os donos vão passar férias.

Estas fofuras são o melhor amigo do homem mas parece que o homem não é o melhor amigo deles.

Este é um motivo desta rasão e vou-vos explicar.

Muitas vezes os donos dão aos cães comida estragada cheia de bolor, restos de comida que lhe fassa mal e eles penssam que ele é não é um ser vivo.

Acconsselho a que adotes um cão ó ajudes um cão da rua abandonado

Noticia de ultima hora


Uau recebemos mais 2 para serem mebros das FR.

Estes chamam-se catarina e Filipe.

E passaram os dois ai que bom!

Eu disse que esta banda ia dar sucesso não disse.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Cuidados com a Gripe Suína

Olá sou eu de novo a Rute a dirctora e chefe das FR.
Eu já tive gripe A e olhem que não é facil de curar porque ainda hoje dia 28 de Dezembro a tenho.
Já tive 16 dias com isto e estou a ver que tenho de ir ao hospital.
Sabem como eua apanhei?
Eu fui ao meu primo e ele foi a uma festa de um amigo que tinha gripe e logo no dia seguinte que era um domingo fui lá e ele já tinha o viruz emcobado(quer dizer já o tinha)e contagio-me.
Na quinta feira comessei com dores de cabeça garganta e estomago e estava cheia de febre.
Entretanto a minha vó chamou o médico e ele disses que tinha um corrimento que só aconteceia com a gripa A e que tinha todos os sintomas.O meu primo já etava curado pois quando eu tive foi na semana do 2º friado de Dezembro.
Tive de ficar 7 dias em casa e olhem que isto não é para brincar.
Não devem sair para ivitar contagiar alguem mas como o vosso corpo está fraco apanha-se a qualquer doença eu sai e estou om uma tosse terrivel.

Vê se estiveres doente a tabela e vê se está com gripe A ou gripe Normal:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhd6IFrsn7m5ijjjp91RWWiEgEIMMRQtZI4iBdxbgHObfyMLTkzGyvX8_-ee8y_-mdgmz93aluiyclzgI_FRcblqEO20XfM_xk4X9ApzHMrIYRD3xEg5lnsOwOM5SxWC0Ov_edOEuAsxuL_/s400/tabela+da+gripe+A+JPEG.jpg

Capuchinho vermelho


Era uma vez uma menina tão bonita como não havia outra; a mãe gostava muito dela, e a avó mais ainda.Tinham-lhe mandado fazer uma capinha vermelha com um capuchinho, que lhe ficava tão bem que toda a gente lhe chamava Capuchinho Vermelho.
Certo dia, a mãe fez um bolo e disse-lhe:— Vai saber da avozinha, porque me disseram que está doente; leva-lhe este bolo e este boiãozinho de manteiga.
O Capuchinho Vermelho partiu logo para ir visitar a avó, que morava noutra aldeia. Ao passar pela floresta encontrou o lobo (que estava resolvido a comê-la, mas não se atreveu por causa dos lenhadores que andavam a cortar árvores), que lhe perguntou onde ia. A menina, que não sabia como era perigoso parar no caminho para falar com um lobo, respondeu:
— Vou visitar a minha avó e levar-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.— E ela mora longe? — perguntou o lobo.
— Ah!, mora — respondeu o Capuchinho Vermelho. — Fica para além daquele moinho que se avista lá muito adiante; na primeira casa da aldeia.— Muito bem — disse o lobo. — Também quero ir fazer-lhe uma visita. Eu vou por aqui, e tu vais por ali. Veremos quem chega primeiro.O lobo deitou a correr pelo caminho mais curto e a menina foi pelo caminho mais comprido, entretendo-se a apanhar avelãs, a correr atrás das borboletas e a fazer raminhos com as flores que encontrava.O lobo não levou muito tempo a chegar a casa da avó. Bateu à porta: truz! Truz!
— Quem é? — perguntou a avozinha.— Sou a sua netinha Capuchinho Vermelho — disse o lobo, disfarçando a voz. — Trago-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.
A boa avozinha, que estava de cama com uma constipação, gritou:— Pega na aldraba e levanta o fecho.O lobo pegou na aldraba e a porta abriu-se.Atirou-se à avó e já se preparava para a comer num abrir e fechar de olhos, porque havia mais de três dias que não comia nada, quando a avó, muito assustada, fugiu e foi esconder-se no armário, fechando a porta por dentro.O lobo apanhou a touca e os óculos da avó, pôs ambas as coisas e meteu-se na cama à espera do Capuchinho Vermelho, que dali a pouco veio bater à porta.Truz! Truz!
—Quem é? — perguntou o lobo, mas já à espera do Capuchinho Vermelho.O Capuchinho Vermelho, que ouvira a voz grossa do lobo, assustou-se, mas, julgando que a avó estivesse constipada, respondeu:
— Sou a sua netinha Capuchinho Vermelho. Trago-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.O lobo disse, com uma voz muito meiga:— Pega na aldraba e levanta o fecho.O Capuchinho Vermelho pegou na aldraba e levantou o fecho, e a porta abriu-se.O lobo, ao vê-la entrar, disse-lhe, escondendo-se debaixo do cobertor:— Põe o bolo e o boiãozinho de manteiga em cima da arca e vem deitar-te ao pé de mim.O Capuchinho Vermelho tirou a capa e ia meter-se na cama, quando olhou muito admirada para a avó e perguntou:— Avó, porque tem uns braços tão grandes?
— São para te abraçar melhor, minha neta!—Avó, porque tem umas pernas tão grandes?— São para correr melhor, minha neta.
— Avó, porque tem as orelhas tão grandes?— São para te ouvir melhor, minha neta.— Avó, porque tem uns olhos tão grandes?— São para te ver melhor, minha neta.— Avó, porque tem uns dentes tão grandes?— São para te comer.E, dizendo estas palavras, o lobo mau saltou da cama para comer o Capuchinho Vermelho. Mas a menina gritou, gritou tanto, tanto, que os lenhadores que andavam na floresta vieram a correr para lhe acudir. E deram uma tareia tão grande no lobo que ele fugiu a ganir, cheio de medo e nódoas negras.Depois, os lenhadores abriram o armário, dentro do qual a avó, coitada, tinha desmaiado com o susto.Mas bastou molharem-lhe a testa com uma pinguinha de água fresca para ela abrir os olhos e ficar logo boa.
O Capuchinho Vermelho abraçou-se à avó e prometeu que nunca mais queria conversas com o lobo.E ambas comeram o resto do bolo. O resto, sim, porque primeiro a avó tinha, cortado umas poucas de fatias para oferecer aos lenhadores que as tinham livrado daquele grande perigo.

Caldo de pedra


Um frade andava no peditório. Chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada.
O frade estava a cair de fome e disse:
-Vou ver se faço um caldinho de pedra.
E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, como para ver se era boa para um caldo.
A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança. Diz o frade:
-Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa.
Responderam-lhe:
-Sempre queremos ver isso.
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu:
-Se me emprestassem aí um pucarinho...
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
-Agora, se me deixassem estar a panelinha aí, ao pé das brasas...
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, disse ele:
-Com um bocadinho de unto é que o caldo ficava a primor!
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada com o que via.
O frade, provando o caldo:
-Está um nadinha insosso. Bem precisa duma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou e disse:
-Agora é que, com uns olhinhos de couve, ficava que até os anjos o comeriam.
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves. O frade limpou-as e ripou-as com os dedos e deitou as folhas na panela. Quando os olhos já estavam aferventados, arriscou:
-Ai! Um naquinho de chouriça é que lhe dava uma graça!...
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele pô-lo na panela e, enquanto se cozia, tirou do alforge pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo.
Comeu e lambeu o beiço.
Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo.
A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou-lhe:
-Ó senhor frade, então a pedra?
-A pedra... Lavo-a e levo-a comigo para outra vez.
E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.